Oi, gente linda! A estação mais quente e mais bronzeada do ano chegou, mas é claro que a blogueira aqui tinha que atrasar uns dias porque né, final de ano complica e melhora tudo.

Verão é uma estação de contrastes, para mim. Ao mesmo tempo que eu amo a sensação que ela me passa, de férias, praia, dias mais longos... É impossível não ficar um tiquinho nervosa com esses 35º, 40º que chegam a temperatura em vários dias dessa estação, ainda mais se você não está munida de um ar-condicionado ou uma boa piscina. 

Pensando nisso, aqui vão algumas dicas pra você aproveitar o Verão do jeito que der, ou seja, do melhor jeito possível! 


Oi, gente!
Desculpem o atraso para sair o resultado da promoção, que acabou no dia 14, mas com a correria do final do ano e as provas dos vestibulares ficou meio complicado sentar e organizar o blog... Mas enfim, aqui estamos!

Foram 363 entradas, porém só uma ganhadora de sorte:


Parabéns, Luciane Rodrigues! Já enviarei o email para você, que tem 3 dias para respondê-lo com seu endereço :)

Em breve teremos mais promoções, então fiquem ligados e continuem entrando no blog.


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-> Leia a resenha ouvindo Seasons, do Olly Murs (tem tudo a ver!)

Desde o lançamento independente deste livro, eu tinha ficado curiosa. Amo histórias envolvendo apostas e casais com temperamentos fortes, que prometem não só uma química excelente mas momentos bem divertidos também. Por isso, quando soube que a Novo Conceito ia relançar, fiquei mais que animada e, assim que chegou em casa, comecei a leitura.

Eu sou uma leitora fiel do blog onde a Dayse costuma escrever, o Nem Um Pouco Épico, além de acompanhar, há certo tempo, seu twitter e sua animação para conversar sobre os mais diversos assuntos. Por isso, quando saíram as primeiras notícias de seu livro sendo lançado pela Gutenberg, vocês podem imaginar minha animação: eu quero todos os livros que blogueiras que, como ela, conseguiram publicar nos últimos anos. Infelizmente, só em 2015 surgiu a oportunidade e posso dizer de antemão: é impossível não se contagiar com a história.


Resolvi cumprir a promessa e cá estou, com uma promoção de aniversário do blog, valendo o livro Dez coisas que aprendi sobre o amor, da Sarah Butler, mais dez marcadores variados.

(Eu juro que a ideia inicial era algum bolinho fofo do Weheartit, mas então apareceu essa foto linda dessas abóboras e Halloween é um dos eventos mais legais do ano, que ocorre curiosamente no mesmo mês que o aniversário do blog e eu nunca tinha juntado os dois, então pensei: INTERESSANTE. Vamos tentar.)

Pra quem não notou, eu mudei hoje o banner do blog pra combinar com esse mês de aniversário e mesmo tendo saído meio tosco, fiquei feliz porque tem Dylan O'Brien e Melanie Martinez, além de mostrar os #5anos do blog. E porque deixou o clima mais ~animadinho~.

Livros com a temática espacial são bem raros na minha estante, talvez porque eu considere esse lugar tão perigoso quanto interessante. No entanto, assim que li a sinopse de 172, soube que eu simplesmente tinha que ler esse livro, porque era óbvio que misturar adolescentes e ambientes inóspitos como a Lua não daria nada certo, me deixando extremamente curiosa com esse desenvolvimento.
A isso seguiu-se outro pensamento que ela nem tinha ideia de onde viera, mas abriu caminho à força em meio à sua consciência e deixou-a apavorada: No espaço, ninguém pode te ouvir gritar. (ALIEN!) (pág. 137)
Mia, da Noruega, Midori, do Japão e Antoine, da França, são os sortudos sorteados pela NASA a fazer uma viagem épica e comemorativa dos 50 anos da primeira aterrissagem na Lua. Cada um deles tem uma personalidade diferente: Mia é uma menina na dela, que tem uma banda e um plano para se tornar famosa e reconhecida pela música e, além disso, é o típico exemplo “a vida me fez roqueira”: ela tem uma ótima vida, uns pais meio intrometidos, mas um comportamento que é fácil de se irritar. Midori é outra que se destaca do grupo: uma menina com uma personalidade bem diferente dos colegas, um estilo próprio e uma vontade gigante de sair do seu país natal e morar em algum lugar moderno, como Nova York. Antoine é um jovem que ainda está com o coração quebrado da última namorada, e passa os dias sendo um dos stalkers mais esquisitos e tristes que eu já vi. Como vocês podem ver, todos tinham motivos não tão sólidos para se inscreverem, e o desejo deles era de conseguir algo com essa viagem que não fosse uma visão privilegiada do planeta água.
- Sei o que está pensando – sussurrou ele. – Mas prometo que vocês vão conseguir. Daqui a quatro dias, você vai ser a pessoa mais feliz que já houve na Terra. Vai respirar o ar fresco de um jeito totalmente novo. Vai parar diante do oceano e sentir o mar salgado espirrar e arder no seu nariz. Vai ficar com as pessoas que conhece e ama, e vai apreciar a beleza de tudo o que existe. Vai ver carros atrás de você no retrovisor e talvez rir da cara dos motoristas. Porque eles vão estar irritados, entediados, zangados. E voce vai perceber o que eles não sabem. Vai viver uma vida longa e feliz, Mia. Porque, quando voltar para casa, vai perceber que tudo é possível. Não deve se esquecer disso. (pág. 229)
O livro possui poucas páginas, mas seu desenvolvimento poderia ter sido bem melhor: o autor gasta, infelizmente, várias páginas explicando toda a burocracia que envolve a viagem até a Lua, pulando algumas partes que poderiam ter sido bem divertidas e nos feito apegar mais aos protagonistas, que não são exatamente pessoas simpáticas (estou olhando para você sim, Mia). Contudo, assim que a nave pousa na Lua, o livro sobe muito de qualidade: não só por nos deixar imaginando qual será o próximo acontecimento, mas também por nos deixar curiosos e sedentos por respostas às mais diversas perguntas que vão aparecendo (e acreditem, são várias!). O clima que Jonah cria nessa parte do livro é impecável: impossível de parar de ler e até mesmo os personagens mais difíceis vão ganhando nossos corações.

É um livro que, graças a esse momento, me deixou um gostinho muito forte de quero mais!!!, principalmente porque eu acho que se, o autor tivesse se dedicado um pouco mais a resolução, a história se fecharia melhor. Afinal, com uma temática dessas, o final da história, apesar de extremamente interessante e a cara do livro, também nos deixou com vários questionamentos na cabeça que, por mais que eu busque, não são encontrados na história.

A edição do livro também contribui ao clima da história, com algumas fotos para ajudar nossa imaginação e toda uma divisão que só dá maior destaque aos acontecimentos, ficou bem bonita.
- Estou começando a achar que não deveríamos mesmo ter voltado à Lua. (pág. 179)
Jonah Harstad ficou, entretanto, no meu coração, principalmente por abrir meus olhos a essa temática maravilhosa que é viagens no espaço e tudo relacionado a ele num geral. É algo medonho, e interessante, e imenso, e complicado, e pode render muito assunto bom. Esse livro, com toda a certeza, não é perfeito, mas funciona muito bem como uma leitura rápida, interessante e que nos deixa grudados na cadeira só esperando a próxima cena.

P.S.: Me bateu uma vontade TÃO GRANDE de ver Alien depois de ler esse livro que vocês não têm ideia.

4 viagens desastrosas a Lua (sem vítimas!)


Autor(a): Jonah Harstad
Editora: Novo Conceito
Ano: 2015
Páginas: 288
Nome original: Darlah - 172 timer på månen
Coleção: -

Começando o projeto com a minha estação favorita sem dúvida alguma (é quando eu nasci, então eu obviamente amo), a Primavera representa recomeços. Com o brotar das flores, nós trocamos a palheta então cinzenta para cores mais alegres e diversificadas. Isso traz a sensação de que, assim como a Natureza, nós também fazemos parte de um ciclo maior que nós e que sempre podemos nos reconstruir.

(Eu juro que eu tentei fazer um banner legal, mas esse foi o melhor que eu consegui!)

Como alguns leitores do blog sabem, eu adoro música e adoro falar sobre isso. É sempre legal descobrir algum artista, seja ele novo na carreira ou já experiente, porque dá aquela sensação maravilhosa que a música, por mais que pareça uma mesmice às vezes, sempre tem uma surpresinha no aguardo da nossa descoberta. 

E é assim que eu me sinto com relação a esses artistas: um misto de AINDA BEM QUE EU TE ENCONTREI! e POR QUE NÃO ENCONTREI ANTES? e como a maioria só tem um álbum lançado, super válido vocês também começarem a acompanhá-los logo!

Ah, pra quem ficou curioso e quer ouvir mais músicas desses queridos, fiz uma playlist no Spotify com algumas muitas, na verdade músicas para que vocês conheçam melhor, pra ouvir é só clicar aqui!


Esse moço canadense (CANADÁ ESTÁ COM TUDO!) é o que mais lançou coisas até agora, e seu último álbum, Beauty Behind the Madness, é o segundo de estúdio. Vocês talvez já conheçam ele pela parceria maravilhosa com a Ariana Grande, Love Me Harder, ou pela trilha sonora de 50 tons de cinza com Earned It. De qualquer forma, Abel Tesfaye é um daqueles caras cuja voz é tão linda, tão sensual e tão impecável que não tê-lo em sua playlist é um crime de ignorância. Ele já tá fazendo bastante sucesso nos Estados Unidos e no Reino Unido, merecidamente, e vocês têm que ouvir The Hills (além de todas já citadas!).



Sabe aquelas cantoras que surgem do nada, às vezes, e te conquistam de uma forma incrível? Tori é exatamente isso para mim. Com apenas 22 anos, a menina americana lançou esse ano seu álbum de estreia, Unbreakable Smile, depois de vários EPs muito gostosos. É um pop delicioso e com sentimentos à flor da pele, acompanhado de uma voz divina, como se bem nota em Personal ou Dear No One ou, sua música mais famosa, Nobody Love. Ou todas as faixas do álbum, que toca quase sem parar no meu iPod.



Meu último vício - e sem previsão de término - tem nome: Cry Baby, o álbum de estreia dessa moça de apenas 20 anos!!! Melanie já participou do The Voice, mas fui conhecer seus talentos graças a American Horror Story, que na temporada passada nos apresentou a Carousel, uma das faixas mais divertidas e macabras da cantora. Seu álbum é impecável, com faixas totalmente interligadas que contam uma história complicada, com assuntos pesados, mas liricamente incrível. Vale muito a pena escutá-lo inteiro justamente por isso, mas recomendo principalmente Dollhouse, Mrs. Potato Head e Mad Hatter (mas sério, vocês deviam mesmo ouvi-lo. Inteirinho. Vinte vezes seguidas).



A dupla nacional que eu mais estou amando ultimamente! Ana e Vitória são duas meninas lá do Tocantis e já lançaram um EP homônimo, o que só nos deu um gostinho do talento das duas. Para quem diz que a música contemporânea nacional está com falhas, pode provar essas músicas e ver como nós ainda temos artistas muito legais por aqui. Como elas divulgaram APENAS SEIS MÚSICAS até agora, é bem fácil ouvir sua discografia, ma recomendo demais Chamego Meu, além da música abaixo.


E aí, já conheciam algum deles? Lembrou de alguém que você também ama e quer que todo mundo ouça junto (sim, sou dessas!)? Comenta aqui a sua indicação e sua opinião sobre as minhas!

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Minha primeira experiência com a Rainbow foi em Fangirl e, como o resultado foi bem positivo e os elogios me garantiam que não seria o único, resolvi me aventurar na sua obra mais famosa: Eleanor & Park, uma história sobre primeiro amor bem diferente das que estamos acostumadas.

Esse livro pequeno e azul está na minha estante há alguns meses, mas por falta de tempo e motivação, talvez, eu ainda não tinha pensado em sua leitura. Contudo, uns tempos atrás eu estava querendo ler algo diferente e então me lembrei dele. Mesmo assim, como eu sabia pouquíssimas informações de sua história, minhas expectativas estavam baixas.

Oi, gente, tudo bem com vocês?

Então, eu estava pensando esses dias sobre coisas diferentes que poderiam aparecer no blog... E então eu tive essa ideia, que eu planejo, ao início, durar um ano: resolvi que, a cada estação que começar, farei um especial onde indico livros, músicas e, às vezes, filmes e séries que para mim tem tudo a ver com ela.

Como Setembro é o mês que aqui no Brasil começa a Primavera, planejo lançar em breve um post com algumas indicações para esses próximos três meses. Em Dezembro teríamos outro post, com o tema verão, em março o outuno e, por fim, junho com o inverno. 

É um projeto um pouco maior do que eu normalmente planejaria, mas como eu já queria há um tempo indicar algumas coisas pra vocês, achei que combinaria bem. Me digam o que acham e se têm alguma ideia.

A gente se vê por aí em Setembro! <3


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No final do ano passado, um verdadeiro burburinho começou a se formar ao redor de mais uma adaptação cinematográfica de um best-seller: Garota Exemplar. Eu que já tinha visto o livro nas livrarias mas nunca realmente me interessei, não fazia parte dessa comoção, até ouvir muitos, muitos (mesmo!) elogios sobre o filme e fiquei bem curiosa, indo vê-lo logo que possível. E gente. Por que, eu pensei comigo mesma, me privei de um filme tão bom? Atuações ótimas, uma fotografia muito boa mas, principalmente, um roteiro maravilhoso. E eu sabia que isso estava intimamente ligado ao fato de que o livro, provavelmente, era bom também.

> Ouça essa resenha ouvindo essa música, por favor.

Desde que a Editora Pandorga lançou a primeira edição desse livro, lá em 2011, eu já queria lê-lo. Muitas blogueiras literárias que eu acompanho, inclusive, falaram bem da história, mas no final das contas ele virou mais um nome na minha lista de desejados. Isto é, até uma “eu” muito desejosa por uma leitura interessante entrar na Fnac e acabar lendo as primeiras páginas do livro e... Ficando extremamente cativada pela narração. Não deu outra, eu acabei levando-o para casa e devorei o mais rápido que pude.

Oi, gente! Fazia séculos que eu não postava alguma tag aqui no blog, apesar de adorar fazê-las, então quando a Isa do Como se eu fosse poeta me marcou pra fazer Qual é o livro?, fiquei animada e resolvi postar logo!

A ideia é simples: você vai até sua estante, de olhos fechados, e escolhe um livro aleatório. Põe algumas informações no post e deixa seus leitores tentarem adivinhar qual é o livro. 

> Leia antes:

Eu sou apaixonada pela escrita da Stephanie Perkins desde que li o primeiro livro dessa companion novel, Anna e o beijo francês, lááá em 2011. De lá pra cá muito tempo passou, meus gostos literários se transformaram mas mesmo assim, eu fiquei no aguardo para o último livro, até finalmente a Intrínseca o lançou. Obviamente que eu fui correndo lê-lo, porque tudo que a Stephanie põe as mãos vale a pena dar uma olhada.

Quando eu comecei esse livro, tinha algumas expectativas com a história. É impossível não ficar um pouco desconfiada, também, afinal essa história já foi usada das mais diversas formas. No entanto, se tem uma coisa que eu gosto, são livros divertidos e era isso que eu esperava de Tocando as estrelas.

Comprei esse livro há um bom tempo, mas, por motivos aleatórios, até agora não tinha me animado para ler, mesmo tendo uma temática divertida, misturando 90210 com Gossip Girl, além de muita gente rica, bonita e poderosa. Taj é a namorada da nova estrela do rock, Johnny. Mesmo que nenhum dos dois seja suficientemente rico para criar a própria carreira, como muitos em Hollywood fazem, graças ao talento de Johnny e uma misteriosa rede social chamada TAP (The Angels Practice), ele vira uma verdadeira febre pelo mundo, vendendo shows em segundos. Contudo, após seu misterioso desaparecimento – sem explicação, sem motivo – Taj se vê perdida e sem entender o que aconteceu de verdade.

Oi, oi! Eu sou uma daquelas pessoas que ama demais séries de TV e tem que lidar constantemente com a vontade de ficar sentada as vendo o dia todo. E, pensando nisso, lembrei que eu nunca tinha falado sobre isso aqui no blog (e eu sei que isso é um blog mais literário, mas sempre gosto de falar sobre outras coisas que amo de vez em quando) e resolvi fazer uma listinha com três séries que adoro e quero ver mais gente acompanhando.

Jandy Nelson é uma autora que sabe mexer, como poucas, comigo. Mesmo eu tendo lido apenas um único livro dela, sua escrita pessoal, honesta e crua me encantou, em especial por focar em relacionamentos nada fáceis, familiares ou não. Por isso, quando finalmente ela lançou um segundo livro e consegui tê-lo em minhas mãos, minhas expectativas estavam altas.

Quando eu vi esse livro, eu imediatamente pensei: “Hum, que diferente. Não costumo ler nada disso, então sim, vou ler!!!”. Não esperava nada extremamente bom, mas que a sinopse era inusitada, era até demais. J. Kent Messum nos entrega a história de seis dependentes de heroína, que acordam em uma ilha deserta, com pouco mais que um baú com um único envelope e muita água ao redor. E, claro, a horas de sentir a abstinência batendo na porta.

Sabe aquela frase, "antes tarde do que nunca"? Pois é, pensando nisso eu resolvi fazer a lista das minhas leituras desse mês, mesmo que já estejamos na metade dele e etc e tal. Talvez sirva também como minha listinha de Agosto, então vem conferir!

Eu tinha pensado em tirar fotos, mas como alguns dos livros escolhidos são ebooks (virei adepta deles por causa da praticidade, mas confesso que jamais chegarão ao nível dos físicos), pensei em fazer uma listinha mais normal. Espero que vocês gostem e me contem, o que já leram nas férias?



Escolhi apenas seis livros porque minhas férias, infelizmente, começaram alguns dias depois (só dia 9 de julho!), então obviamente terei menos tempo. Aproveitei para pegar alguns livros que tô querendo ler há tempos e algumas leituras que comecei mas não terminei do primeiro semestre.

Já terminei Garota Exemplar e, como eu esperava, amei! Em breve tem resenha no blog. Agora comecei A cidade e as serras, mas também já dei uma lida em outros três da lista (sim, sou dessas que começa a ler um capítulo e acidentalmente lê 10. Ops). Será que eu consigo cumprir, pelo menos, essa meta? Hahaha

E vocês? Querem ler o que nos próximos dias das férias?

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> Leia antes: Apenas Um Dia

Meus sentimentos contraditórios acerca Apenas um Dia não me impediram de ficar curiosa e bem animada com esse livro. Pelo contrário, nós finalmente teríamos a versão de Willem sobre a história. Assim como no outro livro, viajar aqui é uma coisa fundamental, e ganha mais destaque ainda, afinal, Willem é um cara acostumado a não se acostumar com um lugar, alguém que muda de moradia como de roupa.


Quando eu ouvi falar desse livro, já fiquei bem curiosa. A proposta de fazer um livro com cartas não é exatamente nova, mas a ideia de fazê-las para pessoas que já morreram, além de um tanto sombria, parecia também libertadora, afinal seria possível realmente se abrir, sem se preocupar com julgamentos ou repreensões da outra parte.

Já tive algumas experiências, na maioria positivas, com a Cecelia. Seus livros sempre tem um quê emocional, sobre pessoas que já sofreram algum baque na vida. A Lista me pareceu muito interessante ao ver a sinopse, afinal eu gosto de livros com jornalistas e matérias esquisitas, o que parecia ser bem o caso. Kitty Logan é uma repórter ambiciosa que, por um erro dramático em uma reportagem, acaba afetando a vida de diversas pessoas e se jogando em uma confusão onde a grande culpada é ela mesma.

Desde que eu ouvi falar desse livro, ainda em inglês, fiquei curiosa. Afinal, com a sinopse misteriosa e muitas resenhas elogiando, não tinha como ficar, então comecei a leitura com as expectativas bem altas. A história logo nos apresenta Candance, uma menina com 17 anos, que após sofrer um acidente dois anos atrás, não se lembra nada do verão dos seus 15 anos, que passou, como toda vez, na ilha da poderosa família Sinclair, com seus primos Johnny e Mirren mais o amigo da família Gat.

Qualquer história que tenha uma livraria como plano de fundo já me interessaria, especialmente se houvesse algum mistério envolvido. É isso que esse livro justamente promete, mas por algum motivo, eu não tinha dado a oportunidade para ele até então.

*Se você quiser conferir, aqui tem a resenha de Perdendo-me, a companion novel desse livro!

Eu tive uma experiência ok com Cora Cormack no primeiro livro dessa série, então eu estava obviamente animada para a continuação, ainda mais porque tinha ouvido algumas pessoas falando coisas boas sobre ele. Além disso, a própria premissa da história me atraía: sou super fã de casais de opostos, e tem casal mais de opostos que esses dois protagonistas? Hahaha, pois é.


Nos últimos tempos, Rainbow se tornou a autora queridinha da blogosfera literária e eu, como toda digna leitora, fiquei super curiosa pra saber, afinal, o que essa moça punha de mágico em seus livros para serem tão amados. Eu não sabia ao certo qual seria meu primeiro, mas como na época eu achava que Eleanor & Park não combinava muito com meu espírito literário, acabei escolhendo o segundo livro mais comentado dela: Fangirl!

Eu estava numa ressaca literária daquelas, há pouco tempo. Contudo, eu finalmente me dei conta que estava deixando de fazer uma coisa que eu amo, ler, para ficar olhando pro teto e pensando "não vou passar no vestibular". Com isso, resolvi mudar minha atitude, ler mais sem, ÓBVIO, deixar de lado os estudos (que são o foco esse ano).

A grande questão aqui é na verdade: ELES PRECISAM ESTAR VIVOS? Heheheh, brincadeiras à parte, achei essa lista muito parecida com aquela dos autores favoritos de todos os tempos, afinal, eu nunca conheci nenhum dos meus autores favoritos (momento triste!), então acaba que elas são bem parecidas.

Ah! Não pus em ordem de preferência porque né, mais complicações ainda, então só separei entre nacionais e internacionais. E aí, temos algum em comum?

Oi, gente, tudo bem com vocês? Como hoje é terça-feira, vocês já sabem o que significa: mais uma listinha de livros! hehehe

O desafio dessa terça é escolher 10 livros que eu provavelmente nunca vou ler. Eu achei isso muito difícil, por vários motivos:
a) é muito difícil eu realmente pensar "nunca lerei esse livro".
b) eu sou uma pessoa muito instável quando se trata de livros, séries, músicas, filmes... Ou seja: muita coisa que eu nunca pensei que ia ouvir, ler ou ver, acaba se tornando meu queridinho.
c) e eu também mudo muito meu gosto e opinião, conforme vão passando os anos. Ou seja, pode ser que daqui a 10 anos eu veja essa lista e me dê conta que li todos esses livros.

Começamos nossa bela jornada sobre artistas que todo mundo deveria ouvir nesse post aqui, mas agora vocês podem conferir os outros três e, claro, o bônus.

P.S.: Acabei de lembrar que esqueci um cantor nessa lista, droga! Já sabemos então que um dia teremos mais dicas de música, mas por agora só esses sete mesmo.


O tema desse Top Ten Tuesday, assim como o do mês passado, era para cada um completar, só que dessa vez a proposta era escolhar 10 livros com personagens que..., e eu, após algumas mudanças (tinha pensado em fazer um sobre personagens que perderam algo/alguém importante, mas achei meio comum demais), escolhi um tema que eu entendo bem: personagens que moram em cidades pequenas!

Eu, particularmente, não gosto de viver em cidades pequenas, mas olha, curti bastante escolher 10 livros nessa categoria! E depois de todos esses, a ideia de morar em uma nem parece tão ruim, né?


Eu quero fazer esse post há um bom tempo, mas como minha vida tem estado muito corrida ultimamente e, mais importante, eu sou uma pessoa que tende a deixar as coisas para a última hora, acabou que eu só sentei para escrever isso aqui no final do feriado de Tiradentes. Ok, foco não é exatamente meu forte.

Mas isso não importa, pois vim aqui falar de muitos amores! Tive essa ideia porque alguns deles ainda estão no começo da carreira, outros já têm certa fama e, tenho certeza, vocês já devem ter ouvido falar de pelo menos um (ou ouvido alguma música deles sem notar!). No entanto, quando estava fazendo a lista, notei que faltava um alguém muito especial, então fica esse artista de bônus pra vocês. Pra não ficar muito grande, resolvi dividir em duas partes.

Espero que gostem da seleção, o estilo varia entre indie pop para algo mais folk, passando por fortes influências eletrônicas e um pouco de rock (bem pouco, ok).
Ok... Falar quais são seus autores favoritos de todos os tempos é uma coisa que exige muito pensamento e muita concentração e eu consegui fazer uma lista com oito deles. 

Por isso, pra não ficar incompleta a lista, fiz outra lista: a de autores que eu gosto muito e que, se eu tivesse lido mais de um livro, provavelmente já entrariam na lista anterior. Dessa vez trabalhei mais com imagens, mas espero que gostem! (e me digam que eu não fui a única que achei que a Veronica Roth tem mais cara de atriz que de escritora, hahaha).

O Top Ten Tuesday dessa semana foi, o de longe, o que mais me deu trabalho. Por quê? Porque escolher meus quotes favoritos É difícil! Pra ajudar, eu tive a ideia genial de tirar fotos de cada um deles (eu sei que vários eu poderia ter achado na internet, mas qual a graça?) e, pra finalizar, mostrar os livros ~na vida real~. 

Não sou muito boa em tirar fotos, ainda mais porque as tirei sozinha e com o meu celular, mas enfim! hahaha A ordem também não significa nada, amo todos esses quotes e todos eles me fazem parar pra pensar duas, três, vezes na vida.

(E não, apesar dos mil efeitos da VSCOCam, esse post não é patrocinado, hahaha, só sou viciada nesse app mesmo)
Com mais um Top Ten Tuesday da vida, vem uma pergunta difícil: quais personagens você gostaria de "rever" ou, pelo menos, saber como estão hoje em dia? Hahaha É uma pergunta bem diferente, mas vamos lá, quem nunca quis saber se aquele casal super fofo ficou mesmo junto ou se aquela foi mesmo a melhor solução pra aquela crise?

Eu já falei umas mil vezes aqui no blog, mas minha atual meta de leitura é ler os oito livros obrigatórios da FUVEST 2016 (desses oito, só falta um! Yey!). Então, cá estou pra resenhar mais um deles: O cortiço, um clássico brasileiro, representando o Realismo/Naturalismo. Dois anos atrás, eu tinha lido a versão HQ desse livro, mas, pra ter a experiência completa mesmo, resolvi ler o livro em si, e olha, eu gostei da experiência.

Nossa, quase morri escolhendo apenas dez livros. E sim, praticamente só pus lançamentos internacionais porque MINHA GENTE, ESSES LANÇAMENTOS!!!!!!!!! Sério, vocês têm muito que ver o skoob deles. E desejar comigo que eles cheguem ao Brasil ASAP.z, 

E, dessa vez, os números estão aí apenas para organizar melhor, porque não existe uma ordem de preferência (quero esses dez livros na minha escrivaninha amanhã, deus dos livros instantâneos).

 Atrás dos espelhos, a continuação de O lado mais sombrio, era um livro muito esperado por mim. Adorei o primeiro e, como sempre, minhas expectativas nesse segundo estava altas, afinal, eu havia amado essa nova visão do País das Maravilhas.

Anna e Frankie são melhores amigas, do tipo que contam tudo uma para a outra e não mantêm segredos. Contudo, há muito tempo Anna tem sentimentos por Matt, o irmão mais velho de Frankie, parte do grupo, mas com medo de complicar as coisas, jamais contou à amiga. Isto é, até que no seu aniversário de 15 anos, ela descobre que Matt sente o mesmo por ela e, então, eles resolvem contar a Frankie, na viagem que os dois irmãos e os pais sempre fazem nas férias para a Califórnia. Contudo, os três sofrem um acidente de carro grave, algumas semanas antes, e Matt morre.

Ai, quem nunca quis ter aquela sensação maravilhosa de ler um dos seus livros favoritos pela primeira vez de novo? Pensando nisso é que temos o tema dessa semana, que tem toda um toque de saudades da infância (e praticamente da minha pré-adolescência também)... Veja se você também já leu algum desses amorzinhos da minha vida <3.

Quando eu li a sinopse desse livro, eu imediatamente quis ler. Eu gosto de livros nesse estilo de época, numa realidade que já existiu, mas tão diferente da nossa, especialmente quando a sinopse já promete situações muito inusitadas.